Há muito que os profissionais de saúde e assistentes sociais se deram conta do papel que os animais podem ter como companhia para solitários, confiança para inseguros e terapêutica ocupacional para quem nada tem que fazer. Na Inglaterra do séc.XVIII, um hospício para doentes mentais invulgarmente avançado, o York Retreat, oferecia aos internados pequenos animais, como coelhos e galinhas, para cuidarem.Ter seres dependentes, dava àqueles doentes uma sensação de importância e responsabilidade.
VISITANTES BEM-VINDOS
Nos nossos dias, alguns médicos começaram a usar animais como terapia para deficientes físicos e mentais, em especial crianças, doentes psiquiátricos e idosos. Em 1893, uma obra de caridade britânica, passou a organizar "visitas" de cães aos doentes acamados.Os doentes eram encorajados a brincar e a relacionar-se com eles, como parte do tratamento. As visitas eram muito benéficas para os doentes fóbicos e introvertidos e para os tóxico-dependentes em cura de desintoxicação.
Em vários países, como os EUA, Grã-Bretanha, Portugal, uma terapia já bastante usada com crianças deficientes é MONTAR A CAVALO. Quando crianças com paralisia cerebral, por exemplo, são postas em cima de um pónei, o mundo torna-se de súbito muito mais excitante. Com o tempo, ao aprenderem a dominar um cavalo ou um pónei, adquirem muitas vezes a capacidade de controlar os próprios corpos.
AMIGOS ESPECIAIS
As crianças deficientes mentais também ganham com a comunicação e o contacto físico com um animal no aspecto da sociabilidade e da responsabilidade.TER OUTRO SER PARA AMAR E CUIDAR TORNA-SE UMA RAZÃO DE VIVER, MESMO PARA OS DESESPERADOS E SOLITÁRIOS.
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